Dizem que o período de experiência em uma empresa é o momento de provar seu próprio valor, mas no mundo VUCA, isso ainda é a realidade?

VUCA já é uma buzzword. Na era das lives onde todos despenderam energia para fazer ou para assistir a uma, esse termo se tornou característico para descrever o contexto pandêmico, mas como tudo o que é muito saturado, eu sempre girei os olhos quando ouvia alguém citá-lo.

Até que um dia eu entrei numa startup e pude realmente entender o que essa sigla significa. …


E não se preocupe, os mais legais estão em português!

Você está com a grana curta, mas com muita vontade de aprender sobre tecnologia? Então esse artigo é pra você. Reuni mais de 15 cursos gratuitos para começar a estudar as diversas áreas de tech e se preparar para o mercado.

Via Unsplash

A área de tecnologia não é só a área mais legal de uma empresa, mas é também a que mais cresce no mundo. …


A Provi criou um hackathon apenas para mulheres buscando início ou transição de carreira dentro da tecnologia e junto com um time de profissionais incríveis, criei um produto que promete solucionar esse problema.

Numa breve busca no Linkedin, você pode encontrar várias vagas de “junior” atreladas a uma descrição de requisitos: “mínimo de 2 anos de experiência”. Nesse cenário hostil para o verdadeiro Junior na função, existe uma dúvida: como ter experiência se, para ter experiência, me exigem experiência?

Com essa pulga atrás da orelha, meu time e eu criamos uma solução simples: um emulador de hackathons online, onde profissionais…


Como Adorno viu a educação contra a barbárie o caminho para salvação das minorias.

Para entender Adorno e sua pesquisa sobre educação é válido relembrar o contexto histórico o qual ele estava inserido. Tendo nascido na Alemanha no início do século XX, o filósofo viu de perto o impacto da Segunda Guerra Mundial, um evento que ecoa nas reflexões que serão elencadas aqui.

Antes de entrar nos detalhes do impacto do presente de Adorno em sua obra, é preciso definir o que o autor designa como progresso. O termo perde sua “sacralidade” e seu caráter puramente positivo anteriormente defendido por…


A integração da sua empresa segrega ou soma?

Podem ser propagandas de 10 segundos no youtube ou quem sabe um panfleto na rua, ultimamente há uma preocupação da área publicitária das grandes empresas em variar suas representações de pessoas em situações do cotidiano. Personagens com deficiência, tatuagens, vestes religiosas ou cabelos naturais estão estampando campanhas e seja pela otimização de alcance de mercado ou não, essa inciativa precisa ser valorizada e estimulada.

Ainda que, na área de marketing, essa prática já seja bem vista, quando o olhar se volta para conteúdos de treinamento, comunicação interna e materiais institucionais, ainda há…


Carta aos amigos contra o PT ou quem não sabe em quem votar no segundo turno

Àqueles que ainda podem ler o que escrevo, deixo um aviso para começar este apelo: aproveitem enquanto ainda podem. Sei que o espectro da apatia política e da descrença com o futuro ronda os corações comuns, mas é preciso dar um fim nesse pensamento. Temos a frente marés altas de ignorância e todos precisamos nos unir, por isso, convido os que sabem ler a uma reflexão.

Primeiro, vou começar explicando o fascismo, pois se você votou ou quer votar no Bolsonaro, você não estudou…


Nomes abreviados, protagonistas silenciosas e a restrição no romantismo erotizado: até onde ser uma escritora mulher é ter as asas cortadas?

Recentemente o jornal Globo publicou uma entrevista com escritoras mulheres que conversaram em uma linguagem altamente palatável sobre o erotismo na literatura feita por mulheres. O que motivou a entrevista foi o movimento nas redes sociais com a trend #‎erotismofemininoeliteratura‬, onde foram destacados trechos da literatura com nuances eróticas ou não, escritos por mulheres.

O evento falava propriamente do erotismo pela ótica feminina na literatura e como é mal visto (ou nem mesmo é visto) pelo público. E se…


Kubo and the Two Strings, Laika Entretainment. Travis Knight, 2016.

“Se precisa piscar, pisque agora.” Esta primeira frase do filme é narrada pela voz de um garotinho que captou minha atenção quando eu ainda nem tinha começado a comer a pipoca.

O filme é sobre um garoto que tem uma mãe que frequentemente esquece-se das coisas, mas lembra-se de alguns flashes e a partir deles, conta histórias épicas sobre o samurai que era seu marido. O garoto, que herda as magias da mãe, é capaz de reproduzir as histórias com a ajuda de um shamisen e papeis que se dobram em origamis que ganham vida e lutam conforme o garoto…

Amanda Bento

associate product manager apaixonada por tecnologia, tendências, filosofia e boa comida.

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